Intercâmbio, Viagens

02/05/2016

#PartiuAustralia Dia 02 – De Sydney a Gold Coast

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Após um vôo cheio de emoções em um ônibus urbano voador, o olho brilhou quando vi uma mala perdida na esteira. E nosso início em Gold Coast foi cheio de alegria. O chegar na casa e encontrar uma casa maravilhosa  foi “awesome”.

Passagens baratas é sinal de que o vôo terá todo tipo de pessoa e muito mais quando é no início de um feriado nacional. Só faltou os animais andando no vôo. Me fez lembrar aqueles ônibus intermunicipais bem interiorano que tem toda sorte de animais e pessoas. A maior emoção do vôo foi quando o piloto começou a treinar os passageiros na gravidade 0. Pegamos cerca de 2 minutos de forte turbulência e em uma delas, o cinto me segurou para não bater a cabeça no bagageiro das malas de mão. Por um minuto pensei que essa viagem iria ser o fim da minha vida. Pensei em tanta coisa. Passou muita coisa pela minha mente, quase um filme da minha vida. Mas graças a Deus, pousamos tranquilamente após fortes emoções.

Quando pousamos em Gold Coast (OOL) fui direto no guichê da Qantas para saber se nossas malas iriam ser entregues ali, se já estavam ali, ou se tinham alguma notícia das nossas malas. A operadora da JetStar que estava no guichê (acho que era compartilhado por todas as operadoras) informou que tinha um vôo da Qantas chegando em 1h30min. O grupo resolveu esperar, fui voto vencido, pois queria ir pra casa.
Assim que o vôo da Qantas pousou, seus passageiros começaram a se aglomerar ao redor da esteira de bagagem e nosso grupo começou a olhar ao redor na esperança de ver nossas malas por lá. E a primeira mala foi a minha. Corri na direção da mala com medo de que se ela adentrasse no percurso oculto da esteira de malas não tivesse novamente a chance reavê-la. Em seguida vieram as outras. Foi uma alegria só. Pessoas se abraçando, chorando e outras ajoelhando e agradecendo a Deus.
Passada a euforia pelo reencontro, uma operadora da Qantas se dirigiu até nós e começou a contar as malas e percebeu que faltava 1. Mas a essa altura, ter todas as malas de roupas já era o melhor que poderíamos ter no momento. Ela disse que a faltante seria entregue no endereço cadastrado no sistema deles (Na Austrália) no dia seguinte.

Depois de toda essa emoção, vem o momento de pegar uma condução e ir para a casa. Com todas as malas, resolvi propor irmos de táxi, pois seria mais fácil. E achamos um táxi que cabia todos e todas as malas. Entramos e o taxista (indiano) ficava dizendo algo sobre o belt. Mas não entendi bem. Depois percebi que ele falava do cinto de segurança. Por vezes achei que o cinto da minha calça estava aberto.
O táxi ficou em 120 dólares do aeroporto de Coolangata até Labrador onde ficava nossa casa. (facada) Mas paguei rindo, pois estava com minhas roupas e poderia tomar um banho e trocar aquela roupa suja.

Fortes emoções até o final dessa viagem. Pra continuar lendo você precisará desembolsar uma enorme quantia de tempo dando seu joinha e compartilhando para outras pessoas acompanharem a saga da família Ramos na Austrália.

“Vou voar como águia”

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